sexta-feira, 30 de outubro de 2009

FBI - Flamenguista Bebado em Inglês


segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Pedro e o chip


Confesso que não resisti. Aí fiz uma versão tosquete...

sábado, 24 de outubro de 2009

Redescobrindo a Vida

Em primeira mão na net o trabalho do meu grupo de Linguagem de Vídeo na UFAC.
 

Valeu Galera, Parabens!!!

 

E no Reino Encantado...

Essa crônica foi um trabalho que compunha nota da Disciplina Língua Portuguesa II, no 2° Periodo de Jornalismo na UFAC.


Era uma vez, um lugar chamado Reino Encantado da Estrela Vermelha.
O lugar tinha como rei um peixe gordo e esquisito. Peixe!?. Bem, nunca se soube o que era na verdade, afinal ele não ficava muito tempo por ali. Gostava sempre de dar suas voltinhas em reinos mais distantes e luxuosos que o seu, apesar de ter conseguido muitas riquezas na sua terra. Também conseguiu vários súditos que, assim como seu chefe, tinham a inteligência de um peixe. O peixe-boi peixe-rei não governava sozinho, ele contava com a ajuda de muitos outros animais, principalmente velhas raposas que sempre conseguiam o que queriam. Afinal, eles governavam animais.
Um dia as raposas resolveram que todos os animais poderiam ser o que quisessem. Arara poderia ser Urubu. Rato poderia ser Leão. Gato, macaco. Baleia, passarinho. Enfim, resolveram adotar uma democracia. Porém a decisão não durou muito tempo porque os bichos começam a não entender as suas funções. Tudo estava em desordem. O acontecimento mais drástico foi quando uma Vaca-Beija-flor cagou na cabeça do Galo-Castor.
O estado-maior decidiu então, formar novamente os animais e entregar diplomas aos que se qualificarem. Tudo ficou bem durante um tempo. Até que alguns bichos maiores e amigos do Rei-Peixe (?) decidiram que queriam latir. Isso mesmo. Eles questionavam que latir era um direito de todos e que não podia se atribuir apenas a Cães formados e com diploma. Resumindo, eles estavam extinguindo a categoria de Cachorro, mas, para não deixar má impressão com o resto dos “espertos animais”, disseram que o curso para ser cachorro continuava existindo, só que agora, os chefes poderiam contratar qualquer animal pra latir pra eles.
A maioria dos cães latiu, claro, contra esta decisão. Mas sabiam que também não poderiam pedir ajuda ao Rei, que certamente este diria que não sabia de nada.
O presidente do SILASCA – Sindicato das Leis Atribuídas aos Cães rosnou:
- Um absurdo! Nós passamos todo esse tempo estudando para levar um latido de qualidade para esses animais. E agora eles querem tirar nosso certificado.
Claro que não adiantou nada ladrar tanto. E, não é de hoje que todos sabem que no Reino Encantado da Estrela Vermelha ninguém morde.
Aos cães, que miaram feito gatinhos, resta se encaixar numa nova função, quem sabe perguntar pra Ema se não tem um lugarzinho lá no seu buraco (!) pra enfiar a cara.
E, assim a vida segue no Reino Encantado, esse lugar “reto e organizado”. Daqui a pouco ninguém se lembra de nada mesmo (inteligência de peixinho) e os animais estarão de novo escolhendo as mesmas Velhas Raposas para tomarem as decisões por eles.






Wanderson Orlando Lima Carvalho
Aluno do 2º período de Jornalismo (Cachorrada) da UFAC.

MM - Momento Melado

Também tenho meu lado poeta...



Não encontro mais palavras
Palavras, as que te aguardam
Nem sempre da boca exalam

Palavras que adoraste
Vem-se com sabor de chocolate
Que desenham os traços do teu sorriso
Letras, símbolos ou rabisco
Expressam os sentimentos de uma vida
Linhas tortas, indeterminadas
Mas, nenhuma perdida

Comprimidas como esse S2
Mas com um pulsar forte
Se parar nos leva a morte
A gramática se explica depois
Narram até o teu jeito intempestivo
Sério, risonho ou pensativo
São elas, as palavras da Alma
Que dão paz e que acalmam
Quando vêm dos teus olhinhos
Tão cheinhas de carinho

Não encontro mais palavras
Palavras que não encontro
Palavras para descrever o teu encanto.

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

...e mais OVNI's no Acre...

Putz, depois de tanto tempo achei meu blogzinho perdido na net. Nem sabia que ainda existia.
Olhando pro último post, lembrei de como foi fácil escalar essa seleção. Hoje não teria tanta moleza e com certeza eu faria algumas modificações. Pelo menos estou orgulhoso de alguns acertos, por exemplo: O gordo realmente só fingia que era flamenguista. O que ele é? Realista... ou... Dolarista, Eurista, se preferir. E, ele voltou a jogar relativamente bem. Minha decepção, o outro Dentuço não tá arrebentando, tá se arrebentando.
Foi até legal fazer essa avaliação depois de mais de um ano da postagem.

Bem,

o assunto agora é outro. Nesta sexta-feira o assunto do dia no vilarejo de Rio Branco foi sobre as imagens gravadas pela equipe da TV Gazeta, na estrada Transacreana de um Objeto Voador não-identificado. Mais um. O último que tive notícias foi flagrado no município do Universitário. Eu não quero entrar em detalhes sobre o assunto, até porque, com certeza vai ter gente demais debatendo o assunto. Eu só quero por um pouco de lenha na fogueira e dizer que eu também já vi um OVNI, e nem faz tanto tempo...

O OVNI

Estávamos eu e meu amigo de copo, Daniel, voltando pra casa depois de uma bebedeira. Nem era tão tarde da noite. Nós estávamos completamente "taldados". A gente estava perto de casa, mas a cachaça fez com que a viagem fosse quilométrica. A cada dez passos a gente parava pra "batizar" um poste ou um muro que estivesse no caminho. Numa dessas paradas, eu já tinha mirado bem onde ia alvejar, fiquei com o fuzil dominado apenas com uma mão (geralmente a esquerda), e encostei a outra para poder me apoiar. Quando "a carrepeta começou a girar e muita água rolar" o alívio foi imediato e fez com que eu, num ato de libertação, desse um bom suspiro e levantasse a cabeça. Estava lá. Na hora eu tomei um susto. Eu nem percebi que o tempo tinha passado e que já tinha terminado com o "serviço". Uma coisa brilhava intensamente e girava, girava cada vez mais rápido e mais perto. Abaixei e esfreguei os olhos repetidamente. Quis constatar que não estava "vendo coisas", que nas condições que me encontrava não seria nada incomum.
O curioso era que toda vez eu fazia o movimento de abaixar e esfregar os olhos a coisa parecia se afastar, mas sempre girando e brilhando intensamente com seu amarelo ofuscante. Enfim, tive coragem e chamei o Daniel, que não estava muito longe. Perguntei se ele estava vendo o que eu via e ele confirmou. Eu perguntei se ele também via a coisa brilhar e girar, ele mais uma vez acenou que sim. Perguntou o que era e eu não sooube responder. Até que teve uma hora que ele também viu a coisa e aproximar e deu a ideia de jogarmos pedras pra ver se alcançava o tal objeto. Aí nós começamos a jogar as pedras que viamos no chão em direção da luz. Tá na cara que naquela altura do campeonato nós errávamos todas. Mas estávamos dispostos a se fazer notar pelo OVNI e, as tentativas começaram a virar uma disputa. Estávamos nos divertindo.
Até que apareceu um pirralho e gritou: - Mãe, chama a polícia. Tem dois vândalos aqui tentando quebrar a lâmpada do poste.