Putz, depois de tanto tempo achei meu blogzinho perdido na net. Nem sabia que ainda existia.
Olhando pro último post, lembrei de como foi fácil escalar essa seleção. Hoje não teria tanta moleza e com certeza eu faria algumas modificações. Pelo menos estou orgulhoso de alguns acertos, por exemplo: O gordo realmente só fingia que era flamenguista. O que ele é? Realista... ou... Dolarista, Eurista, se preferir. E, ele voltou a jogar relativamente bem. Minha decepção, o outro Dentuço não tá arrebentando, tá se arrebentando.
Foi até legal fazer essa avaliação depois de mais de um ano da postagem.
Bem,
o assunto agora é outro. Nesta sexta-feira o assunto do dia no vilarejo de Rio Branco foi sobre as imagens gravadas pela equipe da TV Gazeta, na estrada Transacreana de um Objeto Voador não-identificado. Mais um. O último que tive notícias foi flagrado no município do Universitário. Eu não quero entrar em detalhes sobre o assunto, até porque, com certeza vai ter gente demais debatendo o assunto. Eu só quero por um pouco de lenha na fogueira e dizer que eu também já vi um OVNI, e nem faz tanto tempo...
O OVNI
Estávamos eu e meu amigo de copo, Daniel, voltando pra casa depois de uma bebedeira. Nem era tão tarde da noite. Nós estávamos completamente "taldados". A gente estava perto de casa, mas a cachaça fez com que a viagem fosse quilométrica. A cada dez passos a gente parava pra "batizar" um poste ou um muro que estivesse no caminho. Numa dessas paradas, eu já tinha mirado bem onde ia alvejar, fiquei com o fuzil dominado apenas com uma mão (geralmente a esquerda), e encostei a outra para poder me apoiar. Quando "a carrepeta começou a girar e muita água rolar" o alívio foi imediato e fez com que eu, num ato de libertação, desse um bom suspiro e levantasse a cabeça. Estava lá. Na hora eu tomei um susto. Eu nem percebi que o tempo tinha passado e que já tinha terminado com o "serviço". Uma coisa brilhava intensamente e girava, girava cada vez mais rápido e mais perto. Abaixei e esfreguei os olhos repetidamente. Quis constatar que não estava "vendo coisas", que nas condições que me encontrava não seria nada incomum.
O curioso era que toda vez eu fazia o movimento de abaixar e esfregar os olhos a coisa parecia se afastar, mas sempre girando e brilhando intensamente com seu amarelo ofuscante. Enfim, tive coragem e chamei o Daniel, que não estava muito longe. Perguntei se ele estava vendo o que eu via e ele confirmou. Eu perguntei se ele também via a coisa brilhar e girar, ele mais uma vez acenou que sim. Perguntou o que era e eu não sooube responder. Até que teve uma hora que ele também viu a coisa e aproximar e deu a ideia de jogarmos pedras pra ver se alcançava o tal objeto. Aí nós começamos a jogar as pedras que viamos no chão em direção da luz. Tá na cara que naquela altura do campeonato nós errávamos todas. Mas estávamos dispostos a se fazer notar pelo OVNI e, as tentativas começaram a virar uma disputa. Estávamos nos divertindo.
Até que apareceu um pirralho e gritou: - Mãe, chama a polícia. Tem dois vândalos aqui tentando quebrar a lâmpada do poste.
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